Kathryn fala sobre a 2ª temporada de ‘Big Little Lies’
Postagem por: KNBR 12/06/2019 às 9:06

Kathryn concedeu uma entrevista ao The Hollywood Reporter durante sua o evento U.S. Open da Ralph Lauren essa semana em Los Angeles. Confira traduzido abaixo:

A estrela em ascensão assistiu a estreia não muito longe de onde aconteceram as filmagens – em uma viagem de golfe para a Ralph Lauren no U.S. Open em Pebble Beach.

Essa semana, a atriz Kathryn Newton estava de volta em Monterey, Califórnia. – Local de gravações da aclamada série Big Little Lies, onde ela co-estrela como Abigail, a filha adolescente de Madeline Mackenzie (Reese Whiterspoon).

Dessa vez não foi para filmar com o elenco, mas uma antecipação do campeonato U.S. Open de Golfe em Pebble Beach. Uma ávida golfista desde que tinha 8 anos, Kathryn Newton, agora com 22 anos, participa das festividades com a Ralph Lauren, a marca oficial da USGA e da U.S. Open.

Para a estreia de domingo de Big Little Lies, Newton teve essa “festa” para assistir a série com o time da Ralph Lauren, onde, junto com assistir o episódio, eles jogaram golfe por cinco horas na Spanish Bay e foram depois para o restaurante Casanova Carmel, onde ela já havia comido uma vez com seus colegas de elenco.

“Foi onde eu jantei com as Monterey Five, as icônicas Monterey Fice. Eu jantei com elas, e mal conseguia falar porque queria absorver todo o conhecimento que elas estavam soltando. Mas foi muito especial pra mim estar aqui no domingo,” Newton conta ao The Hollywood Reporter. “Reese me mandou uma mensagem dizendo ‘Porque você está em Monterey? É tão engraçado.’ E eu disse ‘Não é perfeito? Na noite da estreia?'”

Newton, que também interpretou Amy na versão de Little Women da PBS, Julie no filme Blockers, Allie em The Society e Lucy em Pokemon: Detetive Pikachu – fala sobre seu amor pelo golfe, suas peças de roupa com o tema Pokemon favoritas e como a diretora de Big Little Lies, Andrea Arnold usou a dança para manter a energia no set.

Sua semana começou na sexta no desfile da Moschino em LA, passando um tempo com Lana Condor, Camila Mendes e Madelaine Petsch. Você se divertiu com as meninas da Netflix?
Meu squad da Netflix? Eu amo elas. É engraçado, eu sinto que faço parte da família Netflix ou algo assim. E também elas são apenas meninas que eu acho maravilhoso poder chamá-las de amigas.

Então, qual o plano pra U.S. Open – você vai jogar golfe pra celebrar?
Na segunda eu conheci o Billy Horschel e o Justin Thones, que são os dois golfistas que eu sempre fui uma grande fã. E eu sempre fui fã da linha polo da Ralph Lauren. Eu literalmente tenho uma foto minha bebê vestida de golfista, três anos de idade, com meu pai, e eu estou usando Ralph Lauren. Então é muito legal pra mim. Uma honra.

O que você mais ama no esporte?
Acho que é porque está tudo em você. Jogamos no domingo na Spanish Bay, e se você tem um bom arremesso, é tudo você. E eu também amo ganhar [risos]. Eu cresci, meu pai me deu isso, e eu sinto que é um presente. Eu vou para as locações de projetos, e quando eu estava filmando Detetive Pikachu na Escócia, eu tinha os meus tacos e podia jogar nos dias de folga. Me deu várias experiências de vida diferentes. E eu amo moda. Então eu amo o estilo de moda do golfe. Eu acho que quando você acha a roupa certa, você joga melhor…

Eu sinto que esportes são importantes para as meninas porque é algo que ninguém pode tirar de você. Se você trabalha duro e pratica e ama isso, é para você e ninguém mais. Não importa sua aparência. No fim do dia, não importa o que você está vestindo, o que importa é sua pontuação. E atuar é uma coisa bem subjetiva. Você pode ser o melhor ator e não conseguir um papel e nunca saber porque…

É também uma coisa que eu gosto de fazer sozinha. Eu coloco uma música pra tocar e saio pra jogar. No domingo eu estava com o time da Ralph Lauren, e jogamos cinco horas e rimos o dia inteiro e conversamos e nos divertimos bastante. Ninguém mais faz isso. Ninguém mais fica fora do celular e aproveita o dia, então eu preciso de mais amigos que jogam golfe.

O que você mais gosta nos designs da Ralph Lauren?
Eu gosto da Ralph Lauren por causa da tradição da marca. Eu amo ser clássica no meu estilo, e eu sinto que a marca é muito autêntica de uma maneira clássica que se mantém verdadeira a história do golfe. E é difícil ficar fofa no campo de golfe e estar adequada, então é por isso que eu amo. Na segunda eu usei essa roupa de tecido fino com várias cores chamativas, o que é muito divertido.

Você gosta de cores chamativas?
No campo de golfe, você se safa de qualquer coisas. Às vezes eu quero ser corajosa e talvez use só preto, mas também uso coisas que não combinam entre si. Acho que você tendo esse plano de fundo verde, cores chamativas ficam boas nele.

Você trabalhou com vários designers no ano passado e foi a vários eventos, do fashion week de Paris da Dior a um jantar da Chanel no Tribeca Film Festival. O que você ama no mundo da moda?
Moda para mim é a chance de criar outro personagem. Eu amo me arrumar porque é divertido. Acho que é uma oportunidade de me divertir. Sempre foi assim – sempre amei me vestir loucamente se tenho a oportunidade, então, tive muita sorte no mês passado. Promovendo esses projetos e eu pude criar um personagem para cada um. Como na premiere de Detetive Pikachu, eu fiz com que meus vestidos parecessem Pokemons. Eu usei um que me lembrava o Jigglypuff.

Mas quando eu fiz Little Women, eram peças de época, então eu tentei achar roupas de época que me lembravam de coisas vintage. Eu gosto de fazer isso, refletir meus projetos no meu estilo. Eu adoraria fazer um filme de golfe e então usar roupas de golfe o tempo todo.

Qual é o seu top dois de vestidos de red carpet favoritos do último ano?
Oh eu acho que o vestido Maison Valentino que eu usei na premiere de Pokemon no Japão foi um dos meus favoritos. E então o vestido Ralph & Russo rosa que me lembrava o jigglypuff que eu usei na premiere de New York. Eu amo poder usar esses vestidos gigantes que eu jamais usaria na vida real.

O que especificamente você gostou nesses dois?
O vermelho, era na verdade da coleção de Tokyo. Então foi uma honra estar em Tokyo, a casa do Pokemon e usar essa coleção de Tokyo do Valentino. VOcê coloca um vestido às vezes e isso muda a maneira que você se comporta. Então eu gosto disso então eu levantava mais o pescoço.

Vamos falar sobre Big Little Lies, que acaba de estrear. O que você mais gosta em fazer parte dessa série?
Eu amo a história da minha personagem com sua mãe, porque eu sinto que muitas pessoas se identificam. Eu era uma adolescente, e eu e minha mãe passávamos por isso também. Então eu sinto que é um deses papéis que muitas mães vem até mim e dizem, “Oh meu Deus, minha filha e eu somos assim.” E eu acho que quando você interpreta algo que muitas pessoas se identificam, isso conecta as pessoas e as aproxima. Então eu amei poder interpretar a Abigail. E ela é muito mais legal que eu. As roupas! Podemos falar sobre as roupas por um momento? Eu quero ser legal que nem a Abigail.

Você tem um look favorito?
Oh céus, não, não tenho. Quer dizer, uma vez eu usei uma calça minha, vintage camuflada. E me senti muito honrada que eles quiseram usar algo do meu closet.

No primeiro episódio da segunda temporada, Abigail fala sobre não querer ir para a faculdade. Você se identificou?
Oh, sim. Sabe que é engraçado, quando eu consegui Big Little Lies, eu estava considerando ir para a USC. Eu queria jogar golfe lá. E eu consegui Big Little Lies e eu lembrei que depois da leitura do script, falei com a Reese sobre a faculdade. É engraçado – ela e minha mãe queriam muito que eu fosse. E eu ainda posso ir, mas isso é meio que paralelo na vida. Eu tive que escolher entre ir para a faculdade ou continuar minha carreira, e eu escolhi isso, o que foi meio assustador. Ficou tudo bem, mas sinto que a vida imita a arte às vezes, e isso realmente aconteceu comigo.

Certo, e ela está debatendo sobre fazer algo que ela gosta ao invés disso.
É difícil acreditar em si mesma quando você é jovem, quando você ainda não sabe quem é ou qual é a decisão certa a tomar. E Abigail, ela me inspirou um pouco a fazer o que eu quero.

Qual é a maior diferença, tematicamente e tonalmente, entre a primeira e segunda temporada?
Bom, temos uma pessoa diferente comandando o navio agora. Andrea Arnold foi nossa capitã, e ela tem um tom diferente do Jean-Marc Vallée. Ela tem uma maneira diferente de trabalhar. Eu amo ela demais. Ela fazia essa coisa maravilhosa – isso é um ótimo exemplo, entre cenas, não tinha tempo. A energia nunca caia, porque dançávamos. E podíamos tocar músicas enquanto trocavam as câmeras, o que eu amei. Ela fazia cenas comigo onde ela colocava a câmera em mim e tocava essa música clássica bem triste. E então eu começava a chorar e ela continuava filmando. Foi a primeira vez que fiz algo assim. Eu amei. Quero fazer de novo.

Eram mais músicas clássicas ou tinham músicas agitadas?
Tínhamos vários tipos… Ela usava música pra nos levar a um sentimento. Tipo ‘É assim que é pra nos sentirmos na cena.’

Como isso te ajudou a entrar na personagem e ter o certo humor para as cenas?
Bom, às vezes você não precisa de palavras para entender um sentimento, e atuar é meio isso. As palavras podem te ajudar num contexto da cena e do que se trata, mas o sentimento pode ser algo completamente diferente. Então a música meio que nos coloca na mesma página, porque a música nos faz sentir algo que você quer ou não. Você não pode parar de ouvir, a não ser que tape os ouvidos.

Quais eram as músicas que ela colocava?
Acho que várias delas estão na série.

Você teve um grande ano, com Detetive Pikachu e The Society. Como é ter tantas séries no currículo?
Eu me sinto muito sortuda agora, porque as pessoas estão assistindo. Eu tive pessoas que me falaram sobre suas experiências vendo Pokemon com seus amigos e assistindo The Society inteira em dois dias com amigos… Acho que é isso que me deixa animada sobre ter todos esses projetos lançados é as reações das pessoas, porque agora é uma experiência deles também… É engraçado e eu digo ‘Você assistiu The Society em dois dias? Você é doido? Agora assista Pokemon para ficar de bom humor.’

Que tipo de projeto você quer fazer a seguir? Quais seriam os quesitos de escolha?
Eu adoraria fazer uma comédia romântica, porque eu amo filmes que são para todos. E eu também adoraria fazer outro filme de ação. Eu amei fazer minhas próprias cenas de ação em Pokemon. Foi uma coisa diferente e eu acho que o golfe realmente me ajudou com isso, porque eu sou uma atleta, eu tinha a energia para manter e usar meu corpo e meu atletismo dessa maneira. E também é muito divertido voar nos cabos, eu preciso dizer isso.

Fonte: The Hollywood Reporter

DESENVOLVIDO POR lannie d.