Foi divulgada na tarde de hoje (14) que Kathryn Newton é a capa de dezembro da sbjct journal, acompanhado de uma entrevista e uma linda sessão de fotos. Confira traduzida abaixo:

SBJCT fica bizarro com a maravilhosamente na moda, divertida e feroz Kathryn Newton. Erin Walsh falou com KN sobre a Mudança de Forma, o movimento de positividade de sua geração, como podemos elevar uns aos outros, a arte de seguir o fluxo e como ela aumenta sua vibração. Ah, e seus gloriosos poodles. Leia abaixo:

ERIN WALSH – Oi anjo!!! Foi muito divertido tirar as fotos e colaborar com você. Parabéns pelo grande sucesso de seu projeto mais recente, Freaky! Que surpresa legal para você em um ano tão estranho. Eu quero voltar ao começo. Você pode me contar como você começou a atuar e se envolveu no show biz?
KATHRYN NEWTON – Muito obrigada! Estou muito orgulhosa de Freaky e da resposta que ele está recebendo. Só de assistir a um filme e esquecer de ficar preso em casa é tão legal. Eu não sei como a atuação começou para mim, eu só sei que é tudo que eu já sabia. Quando eu era pequena, era como uma criança muito tímida na escola, então acho que meus pais tentaram me expor a muitas atividades. Eles me colocaram em balé, golfe, aulas de pintura, qualquer coisa só para ver o que me prendia e me motivava. Comecei a modelar como para a Toys R Us e coisas assim, então comecei a fazer testes e me saí bem com falas. Sempre foi divertido para mim, então continuei fazendo isso. Atuar sempre foi apenas um hobby e agora cresceu e se tornou minha minha carreira.

EW – Seus pais estiveram envolvidos em sua carreira desde cedo? Como você navega sendo filha e profissional? E como isso mudou hoje em dia?
KN – Hoje em dia sou principalmente uma filha. Não saio muito com meus pais desde a escola, então tem sido interessante, pode-se dizer. Agradeço o tempo que tenho com eles, mas estou pronta para voltar ao trabalho em algum lugar longe que seja seguro do Covid. Haha Meu pai e eu temos jogado muito golfe. Sempre foi nossa coisa.

EW – Você fez escola norlmal ou foi educada em casa?
KN – Eu fui para a escola. Eu era capitã do time de golfe do meu colégio e fazia parte do time ACADECA. Tive que aprender a me comunicar bem com os professores para ir à escola e trabalhar ao mesmo tempo. Adorei ir para a escola. Para mim funcionou estar na escola e ser atriz. As amizades que fiz no colégio ainda estão comigo e a experiência de um colégio clássico fez de mim quem eu sou. Foi difícil faltar à escola porque eu ficava atrasada, mas foi isso que me ensinou a trabalhar mais duro para o que você quer. Ainda uso a ética de trabalho que aprendi no colégio como atriz adulta. Quando eu estava na escola era tudo, e quando eu estava no set isso era tudo. Eu dei 100% para ambos os aspectos da minha vida.

EW – Trabalhar no set quando era muito nova – foi divertido para você? Em que ponto você sente que foi vista como uma adulta versus uma atriz mirim?
KN – Quando eu era jovem, eu comia os adereços e ficava encantada com as câmeras e os elementos fantásticos de estar no set. Ainda sou a mesma, não como os adereços, mas ainda sinto a mesma magia. Comecei aos 4 anos, o que fez com que trabalhar no set fosse sempre uma sensação brincar de me vestir. Eu ainda gosto de brincar de me vestir. Mudou para mim em The Society. A Netflix me deu a oportunidade de contar uma ótima história, uma história de adulto! Eu me senti responsável pelo papel de Allie de maneira diferente. O elenco era todo da mesma idade e crescemos muito como equipe e família. Eu senti uma mudança em mim mesma naquele set. As pessoas estavam olhando para mim para tomar decisões e percebi que se não as tomasse, outra pessoa o faria. Esse também foi o primeiro ano em que dei um Friendsgiving, me senti como uma verdadeira adulta.

EW – Me conte sobre as filmagens de Big Little Lies e sua jornada desde, digamos, o início da série, até onde você acabou quando terminou de filmar. O processo foi informativo para o seu processo de atuação? Alguma história de filmagem que você gostaria de compartilhar?
KN – Eu apareci com os olhos arregalados e calados e deixei Big Little Lies inspirada e determinada a fazer mais um bom trabalho. Big Little Lies foi como ir para a faculdade para mim, porque eu aprendi muito com cada pessoa naquele set. Pude observar a ética de trabalho e os detalhes que compõem uma produção premiada e fazer parte de algo muito maior do que eu. Fui puxada pela Reese e espero poder mostrar a mesma generosidade aos meus futuros colegas de elenco.

EW – Qual é o seu processo para encontrar um personagem e como ele evoluiu ao longo dos anos?
KN – Eu me esforço para contar a verdade sobre meus personagens. Sempre há algo que posso encontrar para me identificar também. Uma vez que o encontro, eu me inclino para isso e o expando até que o personagem se torne eu e eu escape completamente. Acho que sempre fui assim. Eu sou uma metamorfa. Nesse ponto, acho que gosto de personagens com os quais não me identifico. Assim, posso literalmente me tornar outra pessoa. Uma transformação básica começando com as palavras da página. Por exemplo, o açougueiro em Freaky. Não tenho nada em comum com o açougueiro, então me tornar o açougueiro parecia impossível. Mas eu me permiti me perder naquele personagem e me transformar nele. Às vezes é um pouco estranho, mas principalmente sou apenas eu sendo sincera.

EW – Você é muito física – desde o golfe até seus treinos intensos – conte-me um pouco sobre como conectar seu corpo e mente e como você faz isso diariamente. Algumas pessoas têm uma relação de amor e ódio com essa parte de se treinar como ator, mas você parece realmente apreciar a conexão. O que ele faz para você? E qual é a sua rotina?
KN – Eu sou atleta e sempre tratei a atuação como um esporte, então eles meio que andam juntos. Sempre adorei jogar golfe com meu pai. Sempre me sinto bem depois de caminhar com meus cães e malhar com um personal. O exercício faz minha mente e meu corpo se sentirem bem. Então, eu faço isso por mim, é um estilo de vida e, eventualmente, posso obter uma nutrição melhor. Por enquanto, os Hot Cheetos continuam sendo um grupo alimentar de destaque na minha rotina diária de lanches. Acho que se trata de encontrar um equilíbrio do que funciona para você.

EW – Vamos ficar Freaky. Eu adoraria saber como você e Vince Vaughn descobriram isso. Vocês se conheceram antes das filmagens? E como você descobriu a fisicalidade disso?
KN – Nosso primeiro encontro foi no ensaio de dança. Foi hilário e eu soube imediatamente que esse filme seria uma loucura. Trabalhamos com nosso diretor Chris Landon na criação de uma história de fundo e fisicalidade para Millie e o Açougueiro. Vince tinha tantas ideias excelentes e eu me inspirei nele. A melhor parte era estar em uma cena como o Açougueiro e poder perguntar a Vince o que ele pensava. A chance de compartilhar um papel com um ator que está no set com você é diferente de tudo que eu já fiz antes. Isso abriu uma abundância de oportunidades criativas. Podíamos correr tantos riscos porque estávamos lá para apoiar um ao outro. Poderíamos bater um no outro e ver o que funcionava. Vince realmente elevou meu desempenho, e sou muito grata por ter trabalhado com ele dessa forma. Foi incrivelmente divertido.

EW – Você tem alguma ideia de como o filme vai entrar neste ano, em termos da resposta que tem recebido?
KN – Eu não tinha ideia de como as pessoas reagiriam. Continuamos chamando esse filme de “maluco” no set. Nenhum de nós sabia como isso iria acontecer. É um filme louco e eu sou muito grata que as pessoas o amam. É divertido vê-lo nos cinemas e ouvir as reações de outras pessoas. Nada é melhor do que fazer as pessoas gritarem. Mas não acho que sabíamos quantas pessoas responderiam de forma tão positiva ao cerne da história. Eu tenho que entregar isso ao nosso diretor Chris Landon. Ele tinha a imagem completa em sua cabeça o tempo todo. Ele estava pensando grande, mas ao mesmo tempo nunca perdia um detalhe em cada cena. O filme é baseado no coração da história e se você assistir ao filme poderá dizer que nos divertimos fazendo isso. No final, as pessoas estão gostando, e isso é gratificante.

EW – Você é pessoalmente capaz de lidar com filmes de terror? Assistindo eles?
KN – Não! Mas eu assisto com amigos. Eu grito e pulo e os agarro. É a experiência que gosto e com quem você assiste é uma grande parte disso.

EW – Como alguém ainda jovem, mas com MUITO por trás de você profissionalmente e MUITO à sua frente, como você planeja quais são os projetos em que você se inscreve para participar? Você tem algo na forma de um plano de 5 ou 10 anos, ou é mais orgânico do que isso?
KN – Eu realmente não tenho um plano. Talvez eu deva ter um! Eu sei que quando fui para o colégio, definitivamente pensei que estava indo para a faculdade. Esse plano não deu certo, mas acabei excedendo o que pensei que seria o meu futuro. Estar aberta foi a chave para permitir que isso acontecesse. Nunca pensei em planejá-la, mas de alguma forma minha vida parece que está onde deveria estar.

EW – O que a mantém sã hoje em dia?
KN – Dançar no meu quarto e meus poodles. Música o dia todo, streaming, aprendendo a cozinhar, lendo. Eu definitivamente canto muito karaokê nessa hora também. Mantendo essa vibração alta.

EW – Quem realmente te inspira em termos da sua arte?
KN – Eu me inspiro nas pessoas com quem trabalho constantemente. O que mais aprendi é a levantar uns aos outros. Quando alguém que você admira te torna maior, isso muda você. Eu quero ser capaz de fazer isso também.

EW – Fale-me sobre a sua responsabilidade como pessoa com uma plataforma. O que você considera que seja? Você tem muitos seguidores, muitas pessoas a admiram. Como você vê isso?
KN – Tento usar minha plataforma para o bem. À medida que cresce, espero que minha plataforma mantenha um sentimento positivo e leve. Comecei a postar nas redes sociais para meus amigos, divulgando todas as minhas selfies, minhas fotos em forma e atualizações sobre cães. Essa é quem eu sou! Mas agora estou começando a prestar atenção nas conversas que a mídia social começa. No futuro espero postar mais sobre o que eu acredito, assim como fotos de poodle. Tenho orgulho de fazer parte do movimento positivo da minha geração. Nossas vozes são poderosas e estão mudando o mundo.

EW – Quais são algumas de suas causas favoritas e maneiras de devolver o bem ao mundo? Adoro compartilhar com nossos leitores as maneiras como eles podem contribuir para a mudança que você gostaria de ver no mundo…
KN – Eu sou uma defensora do hospital St. Jude. Eles são totalmente administrados por doações e o que fazem salva muitas vidas. Eu jogo em eventos de golfe beneficentes com St. Jude e, quando possível, mal posso esperar para voltar ao hospital para uma visita novamente. Acho que as crianças me inspiram mais do que qualquer coisa que eu possa retribuir.

EW – Nova maneira favorita de relaxar?
KN – Tento começar meu dia com uma meditação para estabelecer uma boa intenção e depois termino o dia com um longo banho quente. Apenas tiro um minuto para respirar por mim mesma.

EW – Filme favorito?
KN – Almost Famous! E então O Poderoso Chefão – todos eles.

EW – Lugar favorito para jantar em LA?
KN – Isso é difícil. Nunca estou aqui em LA, por isso nunca sei onde comer. Acabo no CPK para aquela salada de frango com churrasco ou no Urth para um chá verde e termino o dia.

EW – Viagem favorita antes da quarentena?
KN – Paris para a semana da moda. É o lugar mais romântico e sinto falta do glamour. Fui a brechós e livrarias e pintei em meu diário no rio. Andar por Paris é como estar em um filme. É tudo que eu quero fazer. Fazer uma longa caminhada em Paris.

EW – Qual é a sua rotina de quarentena este ano?
KN – Eu acordo e faço yoga e golfe ou tenho reuniões de zoom o dia todo. Tenho ouvido muita música e colocando todas as séries em dia!

EW – Há algo que você achou surpreendentemente maravilhoso sobre a hibernação?
KN – Estou feliz sem fazer nada e acho que essa pode ser a chave da vida. Além disso, meus poodles se tornaram meus melhores amigos.

EW – Eu tenho que falar sobre moda – obviamente. Você tem um talento natural para brincar com roupas e montá-las de maneiras maravilhosamente surpreendentes. Como isso começou? Quais são alguns dos seus momentos favoritos da moda? EU AMO NOSSA SESSÃO DE FOTOS!!!
KN – Adorei o que fizemos na nossa sessão de fotos!!! Gosto de me divertir e correr riscos. Se eu sinto que ninguém mais usaria algo, é quando eu mais quero arrasar. A moda me dá o poder de transformação. Às vezes é um vestido de princesa para o Golden Globe, mas também pode ser uma roupa de golfe que me fazer sentir como uma super-heróina no campo. Pode ser uma jaqueta de couro vermelha como o açougueiro ou um suéter da vovó para Millie. Escolha quem você quer ser e sua roupa pode ajudar a contar essa história.

EW – Qual você espera que seja o seu legado?
KN – Eu só quero ser verdadeira comigo mesma.

EW – Kathryn, qual é o seu SBJCT (assunto)? O que realmente motiva e impulsiona você?
KN – Meu coração realmente me carrega. Ainda não falhou. Eu posso dizer quando estou fazendo a coisa certa porque estou feliz. Eu escuto isso.

Fonte: sbjct

Confira a sessão fotográfica em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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Kathryn Newton concedeu uma entrevista para a ELLE Magazine onde fala um pouco mais sobre seu filme “Freaky” e o cancelamento de “The Society“. Confira a matéria traduzida abaixo:

Quando Kathryn Newton assumiu o papel principal de Millie na mais recente comédia de terror de Blumhouse, Freaky, ela sabia que estava se inscrevendo para um pouco de sangue e nojeira, desde o aperfeiçoamento da arte de usar uma motosserra até perseguir possíveis vítimas. Ela não esperava a reação que teve no set.

“Eu sempre esquecia que estava coberta de sangue, e estava conversando com alguém e tomando chá e eles realmente não olhavam para o meu rosto”, lembra ela. “Eu fico tipo, ‘O que-?’ E eles dizem, ‘Você parece um pouco assustadora. Há muito sangue em você agora.’ Eu fico tipo, ‘Oh meu Deus, eu esqueci. Eu pareço um assassino.'”

Millie de Newton não começa como o grande mal do filme de terror – bem, tecnicamente não. Quando conhecemos a heroína adolescente, ela é uma jovem dócil apenas tentando sobreviver ao ensino médio. Mais tarde, depois de um jogo de futebol em que ela torceu como mascote da escola, ela é caçada pelo infame Açougueiro de Blissfield (Vince Vaughn). Mas, em vez de morrer, Millie acorda na manhã seguinte dentro do corpo do assassino em série, e agora Newton está interpretando o Açougueiro disfarçado de adolescente (sim, muito Garota Veneno). É aí que a diversão começa para Newton, quando Millie como o Açougueiro assassina seus colegas de classe a torto e a direito de algumas das maneiras mais ridículas imagináveis.

Esta não é a primeira vez que a atriz de 23 anos flexiona suas habilidades cômicas. Ela estrelou o sucesso atrevido-mas-sincero Blockers de 2018 e interpretou uma treinadora Pokémon do Psyduck em Pokémon Detective Pikachu, enquanto seu trabalho mais dramático na televisão inclui Big Little Lies, Supernatural e The Society. ELLE.com conversou com a atriz para falar sobre como Freaky subverte tropas cansadas, assassinando Alan Ruck no filme e o cancelamento de The Society.

Quando se tratou de atuar como o Açougueiro de Blissfield dentro do corpo de Millie, de que inspiração você tirou?
Recebi muito de Vince. Foi a primeira vez que consegui criar um personagem com outro ator. Foi uma experiência estranha; normalmente, eu faço meu trabalho sozinha e em colaboração com o diretor. Para este, nós três estivemos envolvidos na criação de Millie e o Açougueiro. Quando eu estava interpretando o Açougueiro, eu sempre ficava muito firme em meus pés e olhava para minhas botas – nós escolhemos essas botas de combate muito legais – e realmente me concentrava em minhas cenas. Se eu estava prestes a matar alguém com uma serra elétrica, eu pensava: “Bem, é melhor eu aprender a usar essa serra elétrica, porque acho que o Açougueiro saberia como”. Eu ouvi muito Nirvana e AC/DC para me colocar na mentalidade certa.

Você conhecia o filme Garota Veneno?
Obviamente! Você está de brincadeira? Minha infância. Eu adoro Garota Veneno, adoro Sexta Feira Muito Louca, adoro Halloween, adoro Sexta Feira 13. Esses eram filmes que ficaram comigo enquanto eu crescia. Quando eu assisti Freaky pela primeira vez, me senti assim. Parecia aquele filme clássico que é fácil de assistir, faz você sorrir, você se sente bem.

Freaky é uma fusão divertida de todos esses filmes.
É isso que adoro em Freaky. Fazer parte de um filme que tem todas essas coisas que você ama, mas também esse frescor. É um reflexo dos tempos em que vivemos. Não é datado, faz sentido. As piadas e as coisas que alguns dos personagens dizem, você vai se ver no filme. Você pode não ser Millie ou o Açougueiro, mas vai ver seus amigos nele. Você vai ver o mundo em que vivemos agora.

As pessoas estavam adorando aquela frase do trailer: “Você é negra, eu sou gay. Estamos tão mortos!”
É uma fala icônica e tão engraçada porque é tão óbvia – nós a estamos destruindo.

Por que é tão refrescante ver alguns desses filmes de terror virados de cabeça para baixo?
Existem tantas coisas que ele faz. Até minha personagem Millie, eles a apresentam no trailer como a garota que pensa que é uma nerd ou algo parecido, mas realmente não é isso. Ela é apenas alguém que não acredita em si mesma, então está quebrando o molde de ‘sua aparência define quem você é’. É sobre como ela se sente por dentro. Isso é algo que precisamos começar a perceber: não importa sua aparência, se você não se sente bem consigo mesmo. Millie é realmente insegura e não importa o quão ótima seus amigos pensem que ela é – ela ainda não está pronta para sentir todo o seu poder. Todo mundo passa por isso na vida; todos nós já lidamos com valentões. Se você puder ser paciente e acreditar em si mesmo, aquelas coisas pelas quais você sofreu bullying quando era mais jovem são na verdade o que o torna super único e especial, se você puder mantê-las.

Se você ficasse presa no corpo de um cara de meia-idade por um dia, o que você faria?
Eu ia ao banheiro fora toda vez que tivesse que ir. Eu sou uma jogadora de golfe e essa é a coisa pela qual fico tão brava – todos esses homens sempre indo ao banheiro em uma árvore. Quando será a minha vez de fazer isso?!

Qual foi o seu assassinato favorito no filme?
Oh cara, eu amei matar Alan Ruck. Dividi-lo ao meio foi muito legal. Foi um dia tão divertido. Não é fácil fazer aquelas cenas de luta, mas me senti mais durona quando estava usando a motosserra.

Algo sobrenatural ou estranho aconteceu no set?
Na verdade, tivemos uma sexta-feira dia 13 enquanto estávamos filmando e todas as luzes se apagaram. Estávamos no campo de futebol, aquela cena com Vince onde ele pega Millie pela primeira vez, e todos nós pensamos: “Este é um bom presságio. Isso é meio que boa sorte.” Sexta-feira 13, sempre foi um dia de sorte para Blumhouse, e quando você está fazendo um filme de terror, lembro-me em Atividade Paranormal 4, pouco antes da minha última audição, minhas luzes se apagaram na minha casa na noite anterior. Às vezes, há essas coisas fortuitas que são realmente mágicas.

Como você tem passado a quarentena?
Tenho tanta sorte de ter três poodles. Eu acordo todas as manhãs e sempre sou grata por tê-los. Tenho muito mais tempo de manhã para desfrutar do meu café. Montei um pequeno espaço na minha casa: joguei um edredom e um travesseiro no chão e é onde faço minha ioga de manhã. Estou aprendendo muito sobre mim.

Eu também estou lendo muito. Acabei de terminar Everything I Know About Love de Dolly Alderton e este outro livro chamado Anam Cara, é um livro celta sobre almas gêmeas. Estou comprando livros e realmente lendo os livros, terminando-os, o que nunca consigo fazer. Estou sempre lendo roteiros para possíveis projetos futuros, mas isso não é o mesmo que reservar um tempo para me acalmar. Eu também maratonei The Marvelous Mrs. Maisel finalmente. Eu assisti duas vezes porque achei muito bom.

Em agosto, foi anunciado que The Society não voltaria para uma segunda temporada. Como você lidou com essa notícia?
Fiquei com o coração partido porque realmente queria terminar a história de Allie. Fiquei impressionada com a quantidade de amor que a série estava recebendo após o cancelamento. Isso me fez sentir que realmente fizemos algo que teve um impacto, do qual eu realmente não estava ciente. Eu sabia que as pessoas realmente gostavam da série e havia um fandom, mas eu não sabia quantas pessoas ficariam com o coração tão partido, incluindo eu e todo o meu elenco. Ao ver seus rostos e todas as lágrimas, fiquei triste. Mas sou muito grata pela família que ela criou para mim; esse elenco, somos todos tão jovens em um momento tão importante de nossas vidas. Aprendemos muito naquela série. É um grupo incrível de jovens atores, de Toby Wallace a Alex Fitzalan. Eu sei que vou conhecê-los para sempre nesta carreira e mal posso esperar para ver o que eles farão a seguir. The Society fez muito por mim em minha carreira, então sou grata pelo que ela me deu.

Se você, como Kathryn, fosse morta em um filme de terror, como você gostaria que acontecesse?
Oh, teria que ser da maneira mais épica possível, tipo rasgada em pedaços ou explodir por dentro. Não pode ser apenas simples e você está morta. Tem que ser icônico.

Fonte: ELLE

Kathryn Newton e Vince Vaugh concederam uma entrevista para a Interview Magazine para promover seu novo filme “Freaky”, que estreou na última sexta (13) nos Estados Unidos e já virou o filme número 1 no país. Confira a entrevista traduzida abaixo:

A atriz Kathryn Newton está a caminho de conquistar Hollywood. A nativa da Flórida, de 23 anos, tem sido um grampo na indústria desde que ela era apenas uma criança, aparecendo já em 2002 na novela All My Children. Desde então, para surpresa de ninguém, Newton apareceu em alguns dos projetos mais emocionantes, comentados e de grande orçamento de Hollywood, tanto para a telinha quanto para as telonas. Ela lutou contra um fantasma terrível em Paranormal Activity 4, ganhou indicações ao Globo de Ouro e ao SAG Award por sua atuação espetacular como a rebelde filha de Reese Witherspoon em Big Little Lies. Ela ganhou seus distintivos de ginásio no filme Pokémon Detective Pikachu e, mais recentemente, ela ficou cara a cara com Vince Vaughn no filme sangrento de Chris Landon Freaky. Newton e Vaughn dão nova vida a troca de corpos, que conta a história estridente de um assassino em série que se encontra preso dentro do corpo de uma adolescente – pense em Sexta Feira Muito Louca encontrando Jogos Mortais, com uma porção de sátira de Todo Mundo em Pânico. Enquanto Newton se prepara para continuar sua ascensão aos mais altos escalões de Hollywood, ela também encontra tempo para explorar suas habilidades de atuação, assumindo papéis que estão, como ela admite, “fora de sua zona de conforto”. Em 2021, Newton estrelará The Map of Tiny Perfect Things, da Amazon, um filme dirigido por Ian Samuels e baseado no conto de Lev Grossman. Uma semana antes do lançamento de Freaky nos cinemas, Newton e Vaughn falaram ao telefone com a gente para discutir o poder das comédias românticas, as semelhanças entre jogar golfe e atuar, e o plano de Newton de assumir o controle da indústria, um papel estranho de cada vez.

VINCE VAUGHN: Adorei sua narração para o comercial que vi ontem à noite.

KATHRYN NEWTON: O que eu disse? Tipo, “Get Freaky”, certo?

VAUGHN: Eu vi durante o jogo dos Dodgers, eles exibiram um comercial durante o jogo. Você está em L.A.? Ou você está na Flórida?

NEWTON: Estou em Los Angeles. Meus pais vieram pra cá, estão comigo, na minha casa agora. Estamos jogando muitos jogos. Onde você está?

VAUGHN: Estou com as crianças. Você tem gostado de toda a promoção pro filme?

NEWTON: Eu me diverti muito falando sobre este filme. Quando o trailer foi lançado, não sei se você sentiu o mesmo, mas de repente foi como se fosse meu aniversário. Eu tenho tantas mensagens.

VAUGHN: Você fez um ótimo trabalho e pudemos compartilhar ideias e ter consistência. Tivemos muita sorte em poder encontrar essas coisas naquela época de ensaio.

NEWTON: Quando você vai ter a chance de fazer isso de novo? Eu me senti muito sortuda. Jamais esquecerei quando era o açougueiro, de ter você lá e poder perguntar: “O que você acha?” Você nunca consegue fazer isso com outro ator.

VAUGHN: É por isso que, mesmo antes de ir para lá, me apoiei tanto em você para dizer: “Isso parece consistente? Você está fazendo isso? Isso faz sentido?” Eu acho que uma vez que você tem isso em seu arsenal, você pode apenas ouvir e reagir nas cenas e não pensar demais. Isso meio que me deu permissão para não ser assim na minha cabeça, tendo você desenvolvendo essas coisas de antemão.

NEWTON: Sou um grande fã de você e de todo o seu trabalho. Então, para começar a trabalhar com você dessa forma, eu simplesmente fiquei maravilhada com a oportunidade. Você não precisava ser assim. Não precisava ser tão divertido, Vince.

VAUGHN: Foi muito útil ter isso, porque senão você fica tão isolado e não sabe realmente como você está fazendo.

NEWTON: É como insegurança. Eu realmente gostaria que fosse assim em mais filmes, mas não será.

VAUGHN: Foi tão legal vir para o set e ver você como o Açougueiro, como aquela cena do corredor – você tinha esse comando. Você estava encharcada de sangue com a serra elétrica e, entre as tomadas, “Ei, bom ver você.” Você estava linda e ameaçadora.

NEWTON: Muito chocante. Meu pai vai ficar muito orgulhoso.

VAUGHN: Por que você escolheu fazer um filme de terror e assassinos? O que foi que te deixou animada por fazer parte disso?

NEWTON: Bem, eu nunca teria, em um milhão de anos, pensado em fazer uma comédia de terror de troca de corpos. Acho que simplesmente não sonhei grande o suficiente. Quando recebi a ligação de Chris Landon – trabalhei com ele em um filme quando tinha 14 anos chamado Atividade Paranormal 4 – eu sabia que ele era um gênio louco do terror. Eu sabia que isso seria muito bom. Quando li o roteiro, achei muito engraçado. Eu pensei que era fresco. Parecia autêntico e parecia a coisa certa a fazer. Também achei que seria divertido interpretar um assassino em série. Você me conheceu. Eu não sou como aquele personagem. Eu sou uma avó. Você pode dizer que eu não sou legal. Então eu pensei, “Bem, vamos ver se eu consigo ser intimidante.” Foi preciso ser outra pessoa para eu perceber, “Oh, eu posso fazer isso.” Funcionou.

VAUGHN: Você é positiva. Você é encorajadora. O que você tem é força real, ética de trabalho e convicção. Então eu acho que quando você pegou essa energia e a colocou no assassino, havia muito poder ali.

NEWTON: Foi interessante. Eu realmente não tinha falas como o Açougueiro. Ele nunca falou. Eu só tive que fazer tudo com meu rosto. Foi divertido. Eu não tive que memorizar nenhuma fala. Você teve que memorizar muitas linhas. Foi difícil para você ser a Millie?

VAUGHN: É diferente. Você tem muitos ótimos momentos no filme em que diz coisas de forma sutil, isso é poderoso e assustador. Como você se sentiu fingindo assassinar alguém? Você tem algumas mortes realmente malucas nesse filme.

NEWTON: Eu acho que para uma cena como essa, eu meio que dou um passo para fora e olho para ela enquanto a faço. Foi muito engraçado. “Isso é hilário. Eu nunca faria algo assim.” As cenas com os três meninos, quando mato os três ao mesmo tempo. Essa foi a coisa mais legal que já fiz, com certeza. Nada vai superar isso.

VAUGHN: Houve alguma coisa que você fez que te deu repulsa ou que te deixou desconfortável no começo?

NEWTON: Eu estava totalmente desconfortável em dividir alguém ao meio e não queria ver como era o corpo. Eu achei aquilo nojento. É um filme sangrento e o sangue está na sua cara. Achei realmente nojento quando tive que dividir Alan Ruck ao meio. Essa foi a coisa mais nojenta que já fiz. Eles foram muito bons com as próteses.

VAUGHN: Você teve uma morte favorita?

NEWTON: Bem, Vince, acho que minha morte favorita foi quando tive que matar você. Isso foi ótimo.

VAUGHN: Você foi incrível. Essa foi uma sequência maluca.

NEWTON: Você teve que fazer muitas cenas de ação neste filme.

VAUGHN: Acho que ambos fizemos. Estávamos lutando um com o outro. Eram cerca de 3:00 da manhã.

NEWTON: Você teve que correr muito mais do que eu. Eu tenho que dizer, você aperfeiçoou aquela corrida. Você arrasou.

VAUGHN: Acho que essa corrida provavelmente está mais próxima da minha corrida do que as pessoas imaginam. Qual foi a sua abordagem para interpretar um psicopata assassino? Você tinha alguma técnica?

NEWTON: Eu confiei muito em você para isso. Sério. Eu realmente me senti fora da minha zona de conforto. Eu senti que havia tantos lugares para ir, e você disse para manter o mais real possível. Este filme é tão exagerado, e ser um assassino em série é tão louco, que eu realmente tentei firmar meus pés e pensar sobre a morte.

VAUGHN: Parece que é assim – tão assustador.

NEWTON: O Açougueiro ficou muito mais ativo quando virou adolescente. Foi apenas um frenesi alimentar. O poder de uma adolescente. Nossa, se soubéssemos quando éramos jovens.

VAUGHN: Sem dúvida. Você assistiu a alguma outra performance dos atores em preparação?

NEWTON: Bem, eu observei muito você. Voltei e assisti todos os seus filmes antigos. Foi assim que percebi: “Quer saber? Não posso ser Vince Vaughn. Não é isso. Vince Vaughn vai ser um personagem, e eu vou ser esse personagem também.” Eu tentei fazer você primeiro, e então rapidamente percebi que não ia funcionar.

VAUGHN: Você teve uma refeição favorita no set?

NEWTON: Bem, você sabe que eu sou a rainha do Hot Cheeto. É meio constrangedor.

VAUGHN: Eu me lembro quando te conheci, foi tão intimidante porque estávamos fazendo um ensaio de dança, que você aprendeu em um segundo, mas você tinha feito duas aulas de spinning naquele dia.

NEWTON: É verdade? Simplesmente não há muito para eu fazer. Na quarentena, comprei uma bicicleta Assault, pensando que a usaria. Vince, usei por uma semana e não toquei mais nela. Isso foi no começo, em março. Acho que estava realmente motivada.

VAUGHN: Você tem jogado golfe?

NEWTON: Tenho jogado muito golfe. Isso é o que tenho feito todos os dias. Meu pai e eu estamos jogando porque você pode ir lá e estar seguro e jogar socialmente distante. Meu jogo está tão bom agora. Se eu pudesse jogar em um torneio. Estou lhe dizendo: meu objetivo é realmente jogar em um torneio real e voltar para ele, porque você não pode realmente dizer que é bom a menos que seja um profissional. Então, preciso que você vá e tente jogar.

VAUGHN: Você foi uma jogadora de golfe competitiva e muito bem-sucedida. Você teve uma bolsa de estudos para ir para a USC jogar golfe, certo?

NEWTON: Eu ia jogar lá como uma walk-on. Esse era o meu sonho enquanto crescia – ir para a USC e jogar golfe. Eu sou muito grata por jogar no colégio porque é muito de quem eu sou e da maneira como me conduzo. Eu tenho aquela mentalidade de atleta. Talvez eu estivesse fazendo aulas de spinning em Freaky porque queria me sentir mais forte. Quando você está malhando e você está trabalhando em si mesmo assim, você pode sentir isso em seu corpo – sua força. Eu não fui para a faculdade. Minha mãe ainda está brava comigo. Ela ainda quer que eu vá.

VAUGHN: Funcionou muito bem. Eu sei que é um jogo tão mental. Você sentiu que havia sobreposições entre golfe e atuação?

NEWTON: Sim, porque acho que atuar é realmente subjetivo e você sobe e desce o tempo todo nesse negócio. Temos um filme sendo lançado e é muito divertido falar sobre ele, mas não falarei sobre isso depois que for lançado. Estarei no campo de golfe, jogando golfe com meu pai, e estou feliz com isso. É um esporte individual, e o trabalho que você faz é o que você ganha com isso. Não há nada melhor do que vencer e fazer isso sozinha, e se sentir muito orgulhosa disso. Estou tentando fazer minhas reuniões de produção no campo de golfe agora, para ter uma ideia do que estou lidando.

VAUGHN: Isso é inteligente. É como um teste de personalidade.

NEWTON: É totalmente, e o mesmo com a atuação. Você não pode realmente ficar chateado quando está para cima e para baixo. Você apenas tem que ser grato e ser bom. Se você perder tempo ficando chateado, ao invés de recuperá-lo, se você dobrar aquele buraco e estiver indo para um birdie, você pode errar novamente.

VAUGHN: Concentre-se no que você pode controlar e deixe as coisas irem, o que é sempre o desafio da vida. O que você mais sente falta do filme?

NEWTON: Eu realmente sinto falta da nossa equipe. Eu gostaria de ter mais cenas com você e Misha [Osherovich] e Celeste [O’Connor] porque elas parecem muito divertidas. Sempre parecia que vocês estavam rindo. Minhas cenas sempre foram muito matadoras, então não tão divertidas, nem tão engraçadas. Você não sente falta de estar no set? Eu estava pegando um café outro dia e vi alguém que claramente iria para o set. Eles estavam com seu uniforme de PA, com seus walkie-talkies prontos, e estavam pegando 10 cafés, então você sabia que ele era um AD.

VAUGHN: Todo mundo estava animado por estar lá, e parecia que – com a troca e a comédia misturada com o horror – que todos nós tínhamos que estar alerta, trabalhando e apoiando uns aos outros.

NEWTON: Tivemos uma sexta-feira 13, lembra? Acho que terminamos no dia 13.

VAUGHN: Tivemos alguns jantares divertidos.

NEWTON: Você não foi, mas levei Celeste e Misha para ver o Post Malone. Você foi convidado, mas eu entendo que você não pode ir.

VAUGHN: Muitos fins de semana, eu voava para casa para ver meus filhos, então perdi alguns desses shows. Você já fez filmes de terror no passado. Você gostaria de explorar diferentes gêneros ou esse é um gênero ao qual você gostaria de voltar em algum momento?

NEWTON: Sinto que nunca diria nunca, porque não sei o que está por aí. Aprendi muito com o primeiro filme de terror que fiz, Atividade Paranormal, no que diz respeito a contar histórias. Eu sinto que os filmes de terror contam uma história sem diálogo – é apenas diferente de uma comédia ou drama, onde é muito direcionado pelo diálogo e pelo personagem.

VAUGHN: Então você gostou da fisicalidade?

NEWTON: Sim, e explorando a pergunta “O que posso fazer para passar o ponto?”

VAUGHN: Você tem uma lista dos tipos de filmes ou papéis que deseja fazer? É algo que você pensa?

NEWTON: Eu quero muito fazer mais comédias românticas. Eu as amo e quero trazer amor para os lares novamente. Meu maior objetivo é ser uma super-heróina.

VAUGHN: Bem, você definitivamente mostrou neste aqui que você tem a fisicalidade para fazer isso. Acho que as coisas da comédia romântica, as pessoas gostam de ver relacionamentos. As pessoas cometem erros e ficam envergonhadas e, com sorte, encontram uma maneira de se conectar com alguém de uma maneira real. As pessoas adoram essas histórias.

NEWTON: Estou inspirado por essas histórias. Eu vi The Break-Up umas 10 vezes, sério, porque está sempre na TV. Esse filme me traz muita alegria toda vez que eu assisto. Eu amo filmes assim. Eu também gosto de dramas e thrillers, e de ficar com medo e talvez me sentir realmente emocionada, mas também gosto de escapar e apenas me divertir.

VAUGHN: É ótimo se divertir e se sentir encorajado ou leve. Eu sei que você joga muito golfe e passa muito tempo fazendo isso. O que mais você faz quando não está trabalhando?

NEWTON: Eu passo muito tempo com meus poodles, que você ainda não conheceu. Mas eu tenho três cães incríveis, e eles tomam muito do meu tempo, especialmente agora. Eu estou nessa rotina de, eu me levanto e gosto de tomar meu café, o que nunca faço. Normalmente, o café está para viagem. Então, agora estou parada, e estou gostando disso em minhas diferentes xícaras de chá em casa que coleciono ao longo do tempo. Comecei a ler e escrever. Você sabe que eu também quero fazer isso. Eu quero ser aquela mulher escritora produtora. Estou tentando trabalhar nisso.

VAUGHN: Existem áreas de sua vida ou coisas que são empolgantes para você que você está começando a investigar?

NEWTON: Eu sei que você sabe um pouco sobre a ideia na qual estou trabalhando agora, o que não vou dizer porque é obviamente tão bom que temo que roubem se eu falar sobre isso. Percebo agora, à medida que estou crescendo nessa indústria, que se trata dos relacionamentos que você estabelece por meio deste negócio e aprende com essas pessoas, e assimila tudo. Então comecei a ter essas reuniões no Zoom. Tem sido um processo de aprendizagem divertido.

VAUGHN: Você realmente tem seus próprios pensamentos e idéias sobre as coisas. Eu acho que é realmente ótimo se dar permissão, especialmente como ator e contador de histórias, não apenas para esperar o que está lá fora, mas para começar a se animar em criar o caminho das coisas que você está interessada.

NEWTON: Também aprendi muito isso com você. Peguei aquele livro, The Writer’s Journey, e comecei a lê-lo. Eu fiquei imediatamente tipo, “Oh, eu sei tudo”. Mas é preciso isso para perceber que você pode fazer isso, para se dar permissão, para tentar e falhar.

VAUGHN: O que vem a seguir para você, tanto na vida quanto no trabalho?

NEWTON: Tenho que te contar sobre isso quando te ver, porque terei um grande problema se falar sobre isso. Mas eu recebi algo que estou muito animada. É como um sonho se tornando realidade. Estou apenas tentando ficar com os pés no chão, talvez sair com meus amigos e jogar golfe. Não estou tentando fazer nada maluco, exceto ficar do jeito que estou. Acho que é realmente mais difícil do que parece.

Fonte: Interview Magazine

Confira as fotos da sessão de fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS > 2020 > INTERVIEW MAGAZINE

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Em entrevista para o Entertainment Weekly, Kathryn Newton contou que quase não entrou pro elenco de “Freaky” porque sua agente não queria que ela fizesse o filme! Confira o vídeo legendado abaixo:

Kathryn Newton concedeu uma entrevista ao site PopSugar onde falou um pouco sobre as últimas coisas que andou fazendo. Confira traduzido abaixo:

Em nossa série de perguntas e respostas Last Call, chegamos ao fundo de cada coisa com algumas de nossas celebridades favoritas – desde a última mensagem de texto que eles enviaram até a última coisa que maratonaram. Esta semana, a atriz Kathryn Newton atende nossa ligação.

O filme mais recente de Blumhouse, Freaky, tem tudo o que você adora nos filmes de terror, com um toque de Sexta Feira Muito Louca. O thriller de troca de corpos segue a estudante do ensino médio Millie (Kathryn Newton) depois que ela se torna o último alvo do serial killer de sua cidade, O Açougueiro (Vince Vaughn). Mas a dupla logo percebe que sua adaga ancestral os fez trocar de corpos repentinamente, e Millie só tem 24 horas para ter seu corpo de volta. Antes do lançamento do filme – que é apropriado na sexta-feira, 13 de novembro – conversamos com Kathryn sobre seu último dia no set, a última coisa que ela assistiu no Netflix e muito mais!

Como foi o seu último dia no set de Freaky?
Foi assustador!! Acho que terminamos no dia 13. Adoro quando as coisas são assustadoras em um filme de terror. Todas as luzes se apagaram e tivemos que voltar para terminar a gravação.

Último conselho que você recebeu que mudou sua vida?
Inspire-se e mantenha-se inspirado. E agora também seria: usar máscara! E fique inspirado!

Última mensagem que você enviou?
Enviei a música “Tide Pen” do meu amigo Jack Harlow com o texto “Tenha um ótimo dia!”

A última coisa que você pediu online?
Sushi no Postmates… Comida conta?

A última coisa que você assistiu no Netflix?
Recentemente, assisti novamente ao primeiro episódio de The Society com os fãs no Twitter!

A última coisa que você faz antes de ir para a cama?
Eu coloco todos os meus poodles na cama e digo a eles para terem bons sonhos.

Última foto do rolo da câmera?
[A foto abaixo.]

Último presente que você recebeu?
Ganhei um bolo que dizia “Semana de Freaky!” para celebrar o lançamento de Freaky.

Último treino?
Esta manhã. Agora não consigo me mover.

Último livro que você leu?
Anam Cara de John O’Donoghue e Everything I know About Love de Dolly Alderton. Estou começando O Alquimista agora.

A última coisa que você levou de um set para casa?
Eu sempre roubo meias em #1, lanches em #2 e, se tiver sorte, pego uma roupa, mas nunca mais a uso.

Última música que você ouviu?
Um novo artista de Londres, Niko B – sua música se chama “Who’s That What’s That”.

A última vez que você ficou impressionada por uma celebridade?
Quando Tom Ford me disse que gostou do meu vestido Gucci enquanto estávamos no corredor do meu primeiro Globo de Ouro. Noite feita.

Última grande compra de moda?
Eu comprei um par de luvas Gucci de renda rosa para a minha fantasia de Halloween como Barbie.

Fonte: PopSugar

Kathryn Newton concedeu uma entrevista para a revista InStyle onde falou sobre seu novo filme “Freaky” e algumas das suas escolhas de moda em eventos e premiações. Confira a matéria traduzida:

Se parte de você gosta de roupas fofas, rosa brilhante e embelezadas, o Instagram de Kathryn Newton provavelmente será um deleite para seus olhos. A atriz, que atualmente estrela o filme de terror Freaky, ao lado de Vince Vaughn, tem uma estética geral extravagante e glamorosa; ela sabe que a moda deve ser divertida, e realmente se inclina para essa vibe. Em qualquer dia, Newton pode ser vista posando com um vestido de mangas bufantes, usando uma variedade de chapéus ou deslizando em um fabuloso par de chinelos felpudos, que ela exibe via Zoom enquanto conversa com a InStyle.

“Eu definitivamente gosto de fantasia e brincar de se fantasiar”, ela diz, apontando a jaqueta de couro vermelha que está usando, semelhante ao que ela usa no filme, depois que sua personagem, Millie, involuntariamente troca de corpo com um assassino (Vaughn). “No final do dia, se me sentir bem, vou usar de qualquer maneira. Tive a sorte de poder usar alguns desses vestidos, como da Valentino. Se eu tiver a oportunidade de usar algo assim, vou arrasar e me divertir com isso, porque pode nunca mais acontecer.”

Se você acha que Newton parece confiante, especialmente quando se trata de moda, você está certo. Ela pode ser boa no que faz (lembra-se dela em Big Little Lies? Ou Blockers? Ou como protagonista em The Society, da Netflix?), Mas na vida real, ela não parece fingir. A garota de 23 anos é completamente ela mesma – tanto, que há até partes de Freaky que os fãs jurarão que são acenos pessoais, como o apelido “poodle” (Newton tem três) e uma cena de minigolfe (ela poderia facilmente ter uma carreira no golfe). Ainda assim, assim como Millie, Newton diz que ela também passou por uma fase estranha ao crescer.

“Eu sinto que Millie era o tipo de personagem que só queria desaparecer, o que às vezes é mais fácil do que mostrar às pessoas quem você é”, diz ela. “É mais fácil simplesmente desaparecer porque, crescendo, você não quer ser examinado por valentões. No final, ela meio que tem que se tornar outra pessoa para ver como ela é ótima, e acho que todos podem se identificar com isso. Quando eu estava no colégio, eu era uma bobona e uma nerd. Candidatei-me a presidente da turma e ninguém sabia quem eu era. Eu distribuí Kit-Kats e tudo, e eles disseram, ‘Quem é essa garota? Você frequenta essa escola?’Eu fico tipo,’Sim. Sim eu frequento'”

Até mesmo falar sobre seu estilo naquela época parece fazer Newton se encolher.

“Eu usava roupas estranhas – roupas muito fofas para alguém no colégio. Você nunca teria me pego em jeans skinny, e se eles fossem jeans skinny, elas eram brancos com, tipo, listras douradas – não é bom”, ela admite. “Mas meu ponto é, agora, eu ainda sou aquela pessoa que era uma completa bobona na oitava série. Eu visto o que quero e as pessoas gostam agora… às vezes. Talvez não. Mas não importa, porque eu sim. É assim que você cresce. Essas coisas que as pessoas fazem graça em você são o que o torna tão especial.”

Além de saber quem ela é por dentro, Newton também permitiu que seu amor por jeans com listras douradas abrisse caminho para escolhas de moda um pouco mais sofisticadas. Hoje em dia, seu armário inclui até uma coleção de designs vintage da Chanel de 1994.

“Quando eu estava em Vancouver gravando Supernatural, na verdade, havia uma loja vintage incrível e eles tinham Saint Laurent, Chrome Hearts e Chanel, e era tão, tão barato”, ela nos conta. “Eu não compro as coisas pelo preço cheio – eu não sou essa pessoa. Eu compro na promoção, então procuro lojas vintage e encontro essas peças e agora tenho essa coleção incrível. Tenho esses ternos da Chanel 1994 – dois pretos. Você já viu a foto das modelos em [sets] pastel, com suas pernas compridas incríveis. Eu tenho, tipo, quatro desses ternos.”

No entanto, Newton diz que, inicialmente, ela nem percebeu o quão valiosos ou especiais esses designs eram.

“Uma delas cortei porque a saia era muito comprida e queria que ficasse como na foto. Em seguida, fui ao Victoria and Albert Museum em Londres e eles literalmente tinham a roupa no museu. Eu estava tipo, ‘Oh meu Deus, não posso acreditar que acabei de arruinar uma peça de museu ao alterá-la!’ Porque, uma vez que você a altera, ela perde seu valor. Eu estava tipo, ‘Bem. Eu tenho que usar. Eu tenho que fazer com que pareça bom. ‘Então, agora estou começando a usar mais.”

Quanto ao futuro da moda e dos eventos do tapete vermelho, Newton diz que não se importaria se ocorresse uma mudança, e as celebridades começaram a vestir mais roupas deles mesmos ou até ficar super casuais.

“Será que vamos mesmo dar tudo de si se vai ser no Zoom ou vamos apenas usar nossas roupas? E então, podemos simplesmente usar nossas roupas para as estreias agora? E nos anos 90, quando todo mundo estava usando seu melhor suéter? Porque isso parece ótimo. Eu adoraria fazer isso. Quer dizer, não me entenda mal, eu serei uma princesa para você qualquer dia, mas talvez você queira me ver de moletom. “

Considerando que somos constantemente inspirados por roupas de lazer de celebridades, definitivamente não nos importamos – e também estamos confiantes de que os moletons de Newton seriam mais bonitos do que, digamos, o par de Hanes comum. Por enquanto, porém, todos podemos ver Newton – naquela jaqueta de couro vermelha! – interpretar meia adolescente, meia assassino em Freaky, que está nos cinemas agora.

Fonte: InStyle

Kathryn Newton concedeu uma entrevista para o The Hollywood Reporter para promover seu novo filme “Freaky” que estreia hoje (13) nos Estados Unidos. Ela também comentou sobre o cancelamento repentino de “The Society“. Confira a matéria traduzida abaixo:

Depois de oito anos, a atriz se reúne coma Blumhouse para o filme de terror de troca de corpos, co-estrelado por um favorito da infância, Vince Vaughn.

Seja um set de filmagem ou um campo de golfe, Kathryn Newton trata cada cena e cada tacada como uma oportunidade de aprender. É por essa convicção que Newton continua a ser uma das jovens atrizes mais procurados de Hollywood, além de uma jogadora de golfe disciplinada e talentosa. Em seu último retorno às telonas, Newton estrela a comédia de terror, Freaky, de Christopher Landon, interpretando Millie, uma estudante do ensino médio que troca de corpo com o infame “Açougueiro de Blissfield” de Vince Vaughn. Freaky também serviu como uma reunião da Atividade Paranormal 4 entre Newton, Landon (roteirista) e o produtor Jason Blum.

“Eu tinha 14 anos quando fiz Atividade Paranormal 4 e, depois daquele filme, pensei que poderia fazer qualquer coisa. Sou muito grata por essa experiência ”, Newton conta ao The Hollywood Reporter. “E sou grata que Chris e Jason Blum me ligaram novamente, porque estava morrendo de vontade de trabalhar com eles de novo. Tentei trabalhar com Chris Landon por anos depois disso, e achar Freaky foi simplesmente perfeito. E ao ouvir Chris dizer que eu era o elenco dos seus sonhos, pensei, ‘Não posso acreditar que você pensa que posso fazer isso, mas farei qualquer coisa por você’”.

Newton também está se abrindo sobre a chocante “não renovação” de sua série de sucesso da Netflix, The Society, que estava a apenas quatro dias de filmar a segunda temporada. Devido ao grande elenco e ao custo crescente dos protocolos de segurança para o COVID, a Netflix teve que tomar uma decisão difícil e cancelar o drama de mistério jovem, apesar de seu forte desempenho.

“Quando a The Society foi cancelada, fiquei muito chocada porque iria trabalhar em uma semana. Então, eu apenas olhei para o teto e pensei, ‘O que o universo está fazendo comigo?’”, Compartilha Newton. “Tenho certeza de que todo mundo se sente assim às vezes, mas estamos no meio de uma pandemia. Há outras coisas acontecendo, e simplesmente não foi possível para nós filmar aquela série com segurança neste momento. Então ela se foi.”

Em uma conversa recente com THR, Newton também relembra suas experiências em aclamadas séries de TV, incluindo Halt and Catch Fire e Big Little Lies. Ela também provoca sobre alguns projetos em potencial relacionados ao golfe.

Não posso deixar de notar que há uma jaqueta de couro vermelha em sua cadeira. É aquela do filme?
Não, eu gostaria que fosse. Experimentamos umas mil jaquetas de couro e de repente apareceu esta vermelha. Nós ficamos tipo, “Oh, obviamente vermelho”.

Eu gostaria de poder viajar no tempo a uma década atrás – quando você provavelmente estava assistindo DVDs de Vince Vaughn com seus amigos ou família – apenas para informar que você faria um filme de troca de corpo com ele um dia. Atuar em cenas com o Detetive Pikachu provavelmente parece menos chocante em comparação. Você ficou surpreso quando a premissa da troca de corpo envolvendo Vince se apareceu?
(Risos) Assim como você disse, sim. Eu tinha visto tantos filmes de Vince Vaughn enquanto crescia e era uma grande fã. Ele é definitivamente um dos meus atores favoritos de todos os tempos. Ele é icônico. É Vince Vaughn! E quando recebi o telefonema de Chris Landon para fazer este filme, achei que era uma ideia brilhante e fiquei muito animada por fazer parte dela. E então, Vince foi incluído e eu não pude nem acreditar porque o filme simplesmente passou de ótimo para inacreditável. A primeira vez que nos encontramos foi em um ensaio de dança, e estávamos imediatamente investidos nisso porque estávamos fazendo papel de bobo. E apenas ter esse tipo de camaradagem e colaboração imediata com alguém de quem sou uma grande fã, isso me surpreendeu. O filme é tão bom porque ele está nele, e eu sei que me saí muito melhor porque sempre fui inspirada por ele. Ele simplesmente veio com tantas ótimas ideias, e Chris Landon, nosso diretor, veio de um lugar tão sólido, especialmente para um filme com situações tão intensas. Ele sabe como equilibrar o terror e a comédia tão bem e quando interpretar qualquer um deles. Tendo-o como nossa força orientadora, ele apenas nos deixou ir em frente.

Eu sei que parece estranho, mas a maneira como você inclina a cabeça para baixo deixou seu açougueiro bizarro. Era muito Robert Patrick O Exterminador do Futuro 2. Você fez essa escolha bem no início do processo?
Estou tão feliz que você mencionou isso porque foi algo que mencionamos no início do processo. E eu credito muito disso a Vince. Falamos sobre o centro de gravidade de cada personagem, sua postura e fisicalidade, porque eles são tão diferentes. Millie, ela é mais parecida comigo. Eu era totalmente como Millie – uma boba no colégio que não se encaixava, e eu apreciei que ela só queria desaparecer. Às vezes, isso é mais fácil do que dizer às pessoas quem você é ou tentar mostrar quem você é. O Açougueiro era tão aterrado, escuro e misterioso, e ele saiu de seu peito. Ele era muito mais forte e confiante do que Millie. Portanto, a maneira como ele anda é apenas diferente, e a inclinação da cabeça faz parte da história de um filme de terror. Aprendi muito em Atividade Paranormal com Chris Landon; ele escreveu Atividade Paranormal. Aprendi muito sobre como contar uma história apenas com os olhos, porque, no horror, você não precisa fazer muito. O público sabe para onde você está indo. Eles sabem que você está prestes a morrer ou que você vai matar alguém, então é tudo muito sutil. E o açougueiro se portava de uma maneira muito mais específica e misteriosa. Você realmente não sabia o que ele iria fazer, então você tinha que manter tudo muito simples.

Você mencionou a Atividade Paranormal 4, o que torna Freaky uma reunião para você, Chris e Jason. Quanta interação vocês três tiveram em 2012?
Muito. Esse filme era muito pequeno, um grupo pequeno. Nossos dois diretores, Henry Joost e Ariel Schulman, Chris Landon e Jason Blum, estavam todos lá todos os dias no set. E aquele filme foi muito improvisado, então teríamos essas cenas escritas, mas partiríamos daí. Então, como eu disse antes, aprendi a contar uma história com os olhos. Esse filme usou muito o handheld, então até segurei bastante a câmera. Então, eu cresci muito. Eu tinha 14 anos quando fiz esse filme e, depois dele, pensei que poderia fazer qualquer coisa. Eu sou muito grato por essa experiência. E sou grato que Chris e Jason Blum me ligaram novamente, porque estava morrendo de vontade de trabalhar com eles de novo. Tentei trabalhar com Chris Landon por anos depois disso, e achar esse projeto foi simplesmente perfeito. E ao ouvir Chris dizer que eu era o elenco dos seus sonhos, pensei: “Não acredito que você pensa que eu posso fazer isso, mas farei qualquer coisa por você”.

Quando você assistiu a performance de Vince pela primeira vez, você reconheceu alguma coisa que você ou seu personagem fazem?
Sim. (Risos.) Fiquei tão impressionada com a corrida de Millie de Vince. Quero dizer, ele arrasou naquela corrida de Millie. E era engraçado porque ele fazia as coisas e falava como eu. Eu estava tipo, “Eu realmente soo assim? Eu realmente faço isso?” E eu realmente fazia. Fiquei bastante impressionada por ele ser capaz de me copiar tão bem. (Risos)

Chris mencionou que você e Vince fariam diários de vídeo um do outro enquanto preparavam suas versões dos personagens um do outro. O que mais você aprendeu com esses vídeos?
Acho que nos concentramos mais em Millie porque eu não era Millie com tanta frequência. Eu realmente fui mais o açougueiro no filme. Portanto, foi mais apenas um lembrete de: “Ok, lembre-se de quando falamos sobre fazer isso no ensaio. Vamos fazer isso aqui e levar para quando você estiver aqui.” Mas Vince estava sempre no set e eu sempre estava no set. Então eu seria o açougueiro e depois Millie, e então trocávamos. Então, apenas tendo ele no set, se eu estivesse em uma cena como o Açougueiro, prestes a matar [spoiler], eu pensaria: “O que você acha dessa decisão ou escolha?” Então, ser capaz de fazer perguntas a um grande ator como essa foi uma experiência muito legal; Eu nunca vou conseguir fazer isso de novo. Nem sempre há colaboração, mas se você tiver sorte, você tem um diretor como Chris, cujo coração está profundamente ligado aos personagens. Então ele pensou sobre tudo isso, mas também ter um ator interpretando o mesmo papel que você e fazer escolhas com você é muito legal.

Correr com uma fantasia de mascote é tão desconfortável quanto parece?
Essa foi a coisa mais confortável que já usei na minha vida! Era como um aconchego gigante, e eu nunca quis tirá-lo. Também estava congelando em Atlanta, então eu estava com três camadas e calças de moletom por embaixo. É um dos meus trajes favoritos que já usei. Este filme tem tantos looks ótimos agora que estou pensando nele, incluindo o visual Açougueiro de Vince com a máscara e a adaga “La Dola”. Eles voltam aos looks icônicos do gênero de terror e, quando estou criando um personagem, sempre penso no público. Quando eu estava criando o visual do Butcher como Millie, eu realmente queria criar algo que as pessoas pudessem fazer cosplay no Halloween. Então, instantaneamente, eu queria algo fácil como jeans, botas, uma jaqueta de couro e batom vermelho. Só porque talvez alguém queira ser ela no Halloween. Isso seria muito legal. (Risos)

Por favor, me diga que você só teve que tomar o café da manhã com as mãos para uma tomada.
Não, eu tive que fazer isso umas 20 vezes. (Risos.) Mas essa era uma daquelas coisas que não estavam roteirizadas, e quando você chega lá no dia, como ator, você pensa: “Bem, posso fazer o que eu quiser”. E quando me sentei, pensei: “Bem, o açougueiro não usaria garfo e faca. Ele é definitivamente mais do tipo animal.” Então foi muito divertido para mim porque, qual é, sempre quis fazer isso. (Risos.) Eu sempre quis engolir panquecas, xarope e bacon com minhas mãos, mas você nunca consegue. Então é por isso que escolhi ser atriz. Queria tomar o café da manhã com as mãos. (Risos)

Você tem uma morte favorita no filme, seja a câmara crio, a serra de mesa, os atletas ou uma certa sala de estar?
Absolutamente os atletas. Eu me sinto um idiota; Eu sou apenas uma pessoa que ama poodles. Então o açougueiro teve que dizer algumas coisas que eu nunca diria e fazer coisas que eu nunca faria. Então me fez sentir muito legal. Para começar a usar uma motosserra, me senti muito, muito durona. Além disso, era engraçado estar coberta de sangue, segurando uma serra elétrica; todos se afastariam lentamente de mim. Eu digo, “Ok, isso está funcionando.” Porque você realmente nunca acha que vai funcionar. Você nunca acredita que será capaz de fazer um filme até, eu acho, estar feito. E é por isso que eles chamam de mágica.

Por favor, perdoe a pergunta sem imaginação, mas se você pudesse trocar de corpo com um de seus antigos personagens, em cuja pele você gostaria de viver um pouco mais?
Ooh, sabe, acho que o melhor é com Vince Vaughn. Quer dizer, eu nunca iria querer trocar de corpo com ninguém, exceto Vince. Mas outro personagem que eu interpretei… Foi muito legal ser Lucy Stevens em Pokémon, principalmente porque você estaria em Ryme City com todos os Pokémon. Isso seria legal.

Sinto muito pelo que aconteceu com The Society. A era das “não renovações” é realmente inquietante.
Estou tão triste que The Society foi cancelada porque não fui só eu que perdi uma grande série. Era um elenco enorme com atores tão talentosos e incríveis. E só para começar a trabalhar com eles e ser o protagonista de uma série aos 20, eu nunca vou esquecer. Eu cresci muito e ganhei uma família. Essas garotos são meus amigos. Era como ir para a faculdade ou algo assim. Foi esse tipo de experiência, e mal posso esperar para ver o que todos eles farão. Também espero estar por perto e trabalhar com eles novamente. Esse é o meu objetivo, trabalhar com meus amigos, então espero que isso não seja o fim. E sem falar no fandom que começou com The Society. Eu acho que essa família nunca vai acabar. Quando a série foi cancelada, eu não posso te dizer o quanto eu senti que ela importava naquele momento. Foi tendência no Twitter e ver todo o amor que a série estava recebendo, me fez sentir como se tivéssemos feito algo que realmente importasse. Minha primeira introdução a uma base de fãs obstinados foi em Supernatural, e eu costumava ir a convenções onde realmente conhecia fãs pela primeira vez. E ouvi-los falar comigo sobre como isso fazia parte da vida deles, que me surpreendeu e mudou tudo. Era diferente de ser apenas uma atriz porque agora faço parte da vida de alguém. Vou ao cinema porque quero ter lembranças com meus amigos com quem vou; não se trata apenas de um filme. É como isso afeta sua vida. Então The Society mudou minha vida e o fandom mudou minha vida também. E eu acho que isso nunca vai acabar.

Eu sei que é cedo, mas algumas oportunidades surgiram já que você agora está disponível para fazer projetos que não teriam surgido em seu caminho devido ao seu compromisso com a série?
Sim, estou disponível. (Risos.) Eu tenho algumas coisas que não posso te contar ainda, mas acredite em mim, vai ser legal. É legal. (Risos)

Qualquer pessoa que der uma olhada superficial em seu Instagram sabe que você é uma ávida jogadora de golfe. Algum script relacionado ao golfe já apareceu em seu caminho?
Eu não posso te dizer nada. (Risos) Eu não posso te dizer nada. Mas quando The Society foi cancelada, fiquei muito chocada porque iria trabalhar em uma semana. Então, eu apenas olhei para o teto e pensei, “O que o universo está fazendo comigo?” Tenho certeza de que todo mundo se sente assim às vezes, mas estamos no meio de uma pandemia. Há outras coisas acontecendo, e simplesmente não foi possível para nós filmar aquela série com segurança neste momento. Então ela se foi. Mas você tem que olhar para fora e pensar: “Algo melhor está vindo. Eu sei que algo melhor está vindo.” E eu realmente acredito nisso. O golfe é uma grande parte da minha vida. É quem eu sou. E então, estou trabalhando em coisas para incorporar isso em minha vida. É muito engraçado porque na maioria dos projetos que faço, eles acabam escrevendo isso de alguma forma. Mesmo em Freaky, tínhamos minigolfe e me chamavam de poodle. E se você me seguir no Instagram, saberá que tenho três poodles. E eles têm seu próprio Instagram, muito obrigada. (Risos.) Portanto, meu objetivo na vida é apenas ser capaz de jogar golfe e atuar tudo no mesmo dia. Então, estou chegando lá e acho que terei algo para contar a vocês em breve.

O Jogo da Paixão 2, estrelado por Kathryn Newton, soa bem.
(Risos) Algo assim.

Você foi banida de Topgolf porque domina demais?
(Risos.) Não estou proibida de ir para Topgolf. No entanto, eu deveria ir com mais frequência e fazer meus amigos virem comigo porque ouvi dizer que é muito divertido. O engraçado que está acontecendo comigo agora é que tenho amigas cujos namorados estão jogando golfe na quarentena, então agora minhas amigas querem ir. Então, estou levando elas e as ensinando. Eu fico tipo, “Finalmente, pessoas da minha idade que querem jogar golfe.” Mas não, eu não estou banida de Topgolf. Em Supernatural, eles colocaram uma mini campo para mim quando eu estava trabalhando lá e eu ia jogar entre as cenas ou no meu intervalo de almoço. Meu objetivo é sempre ter isso no set. Veremos. Um dia.

Eu sou um grande fã de seus caddies fofos porque minha família também teve alguns poodles padrão ao longo da minha vida.
Eles não são os melhores?

Eles são! E é algo que a maioria das pessoas não entende, a menos que adote um.
Todos os cães são ótimos; Eu amo animais, mas poodles são diferentes. Eles são apenas diferentes! Eles são tão espertos. Eu tenho três deles e todas as manhãs, não consigo te dizer o quão grata sou por acordar na cama com essas três coisas fofas lambendo meu rosto. É a melhor sensação do mundo.

Você interpretou Joanie Clark em Halt and Catch Fire, que é um dos melhores programas já feitos. O que mais te marcou dessa experiência?
Estou tão feliz que você trouxe isso à tona, porque é como uma joia escondida que muitas pessoas não conhecem. Eu cresci tanto como pessoa e como atriz naquela série. Eu tinha 16 anos ou algo assim quando comecei naquele programa. Aprendi com os atores, o calibre do trabalho e o aspecto profissional que eu poderia fazer qualquer coisa naquela série porque eles me mostraram. Eu apenas os assistia e ficava maravilhada. Quando eu corria riscos nas cenas, me sentia apoiada pelos produtores e diretores, e percebi que, como ator, isso depende de você. Você pode conseguir o emprego, mas o diretor não fará isso por você. Os outros atores também não vão fazer isso por você. Você está lá por um motivo. Eles escolheram você. Portanto, agora é sua oportunidade de trazer algo para isso. E é isso que adoro nos filmes. Não importa quantos anos você tem, de onde você veio ou quantos projetos você fez. Quando você está naquele set, é porque eles queriam você. Eles queriam você porque você tem algo para fazer e para elevar isso. Então, aprendi que poderia elevar algo que nunca havia pensado antes. Você meio que quer apenas se encaixar e fazer o trabalho, mas nessa, eu realmente cresci como artista e comecei a fazer escolhas de personagens. Então, trabalhar até mesmo com Mackenzie Davis foi um grande negócio para mim. E Kerry Bishé. Todos eles, realmente. Estando naquele set, você poderia dizer que a série era especial.

Ontem à noite, assisti à cena em que você e Scoot McNairy estavam tomando café da manhã e assistindo Saved by the Bell. Durante a cena, seus personagens zombaram de como o Slater de Mario Lopez se sentava em uma cadeira. Bem, curiosamente, saiu um trailer esta manhã do reboot de Saved by the Bell, e também zombou da maneira como Slater se senta em uma cadeira. De qualquer forma, não tenho certeza do que você deve fazer com essa informação, mas aí está.
(Risos) Isso é tão engraçado. Tive que fumar cigarros como Joanie naquele programa, e pareço uma idiota tentando fumar um cigarro. Então, Scoot tinha cigarros falsos para mim, mas também tinha cigarros de verdade. Então, estávamos do lado de fora do trailer e eu disse, “Ok.” (Newton imita o som de fumar um cigarro.) E Scoot disse: “Não, não, não, tente assim.” (Newton imita a aula de fumo de McNairy.) E eu disse, “Ok, ok, ok.” Então, Scoot me ensinou como fumar cigarros falsos. Era coisas assim. Ele é um ator tão brilhante. Para ser jovem e observar essas pessoas, eu estava simplesmente inspirado. Eu acho que a coisa número um na vida é permanecer inspirado. Então, se eu puder fazer projetos que me mantenham inspirada ou assistir filmes que me inspirem, posso ficar por aqui e continuar tentando. (Risos)

Quando você apareceu para um episódio no final da terceira temporada, você já sabia que estaria de volta para a quarta temporada?
Não, eu não sabia. Não sei se não estava pensando nisso porque estava muito ocupada pensando nos meus amigos do ensino médio ou algo assim. Mas, como atriz, toda vez que saio do meu trailer, penso que será a última vez. Mesmo quando você tem um filme, não pode dar como certo. Olha, terminei um filme, The Map of Tiny Perfect Things, e pensei que faria The Society quatro dias depois. Então você não pode ter nada como garantido, e eu trato cada cena como se fosse a única cena que farei.

Sou um grande fã de Jean-Marc Vallée e recentemente conversei com um ator sobre seu estilo fluído de filmagem. Este ator admitiu que não gostou do estilo não convencional de Jean-Marc de filmar no início, mas ele rapidamente passou a amá-lo e desejou que mais diretores o seguissem. Você gostou do estilo dele imediatamente em Big Little Lies?
Eu amei. Você nunca tem que esperar por configurações de luz, você está sempre no momento da cena e nunca sabe onde a câmera está. Meu papel em Big Little Lies cresceu por causa da maneira como é filmado. Ele não pediu nada a você, mas sempre te capturava. Então, apenas estar presente e não pensar em atuar mudou tudo para mim. Eu percebi o que era ser atriz. Não era ficar em uma marca e dizer uma fala; era estar no momento e estar presente. Mudou tudo. Quero dizer, ele é alguém com quem estou morrendo de vontade de trabalhar novamente porque não há realmente ninguém como ele. E seu DP, Yves Bélanger, porque é meio que os dois. Essa dupla simplesmente cria esse tipo de energia no set. Então ele me ajudou muito e eu carrego isso. Eu nunca perdi isso. Quando você não está na frente da câmera, está sempre dando 100 [por cento], mas quando você sabe que a câmera vai voltar para você, ela simplesmente muda. De repente, é como se você estivesse em uma peça. Não é como se você estivesse em uma cena e eles vão mudar. É apenas: “Vamos lá. Vamos estar sempre no momento.” E eu espero fazer mais projetos como esse porque você consegue um tipo diferente de cena com isso. Também é um conjunto muito pequeno quando é assim. Você não pode ter ninguém por perto. É mais íntimo. Não parece que você está trabalhando. Você realmente se transforma.

Fonte: THR

Kathryn Newton concedeu uma entrevista para a MTV onde fala mais sobre seu novo filme, Freaky, que estreia hoje (13) nos Estados Unidos. Confira a matéria traduzida abaixo:

Há um momento no novo filme da Blumhouse, Freaky, que vai te chocar. Vai te chocar mais do que os filmes com mortes inventadas (para não estragar a diversão, vamos usar as palavras “serra circular” aqui). Vai fazer você gritar ainda mais alto do que a imagem de Vince Vaughn passando tempo copiando os maneirismos de uma adolescente. A cena nem tem sangue, sujeira ou sustos; de verdade, é só um diálogo entregue tão sem esforço e tão inteligente que tudo está predestinado a ser um sucesso na história dos filmes de terror.

A fala é proferida pela estrela do filme, Kathryn Newton, que está ganhando uma reputação rapidamente como uma das jovens mais requisitadas de Hollywood. Em uma festa não sancionada durante o lockdown da cidade (gatilho!), um jogador de futebol faz uma proposta a uma colega; mal sabe ele que as cordinhas estão sendo puxados por um assassino em série maluco. Modo sociopata totalmente ativado, Newton – olhos em chamas – dispensa-o com a frieza frígida de um Sub Zero topo de linha: “Seu toque torna essa boceta mais seca do que uma lixa, seu macaco de merda.” Ela faz uma pausa, absorvendo o silêncio. “Mal posso esperar para te matar.” O microfone… caiu, estilhaçou e eviscerou.

Na ausência de rima ou razão geopolítica e diante da evidência contínua de que a democracia americana é um conceito muito mais raquítico do que muitos de nós jamais imaginaríamos, há um conforto fugaz nas rainhas do grito, a única realeza deste lado do Atlântico todos nós concordamos. Desde a estreia de Jamie Lee Curtis no cinema como Laurie Strode no Halloween de 1978 até o papel de Drew Barrymore, que rouba a cena, os cinéfilos abraçaram nossas rainhas do grito como emblemas de nossa luta compartilhada e resiliência esperançosa. Newton certamente segue seus passos como Millie Kessler, a inocente heroína americana de Freaky. Mas ela realmente deixa sua marca como a Açougueira de Blissfield, a vilã do filme que trocou de corpo com o assassino, que opera com uma corrente subterrânea de energia ondulando através dela (ou é dele?) a cada passo.

Quando Newton e eu conversamos em meados de outubro, ela está cheia de energia, o tempo todo, indo e voltando entre as ligações da Zoom em Los Angeles, um copo de café gelado nas mãos enquanto seu cabelo e rosto são atendidos apressadamente por um esquadrão de glamour mascarado que entram e saem do enquadramento na velocidade da luz. Você não saberia que estamos no meio de uma pandemia, ou uma eleição, ou discutindo um filme de terror em que um personagem é literalmente despedaçado. “Eu me sinto como um poodle,” Newton disse alegremente à MTV News, enquanto seu cabelo era penteado e colocado no lugar. “Isso é tão divertido.”

Newton começou a atuar aos quatro anos, primeiro em novelas (All My Children) e sitcoms (Gary Unmarried) antes de se graduar para papéis no sucesso de longa data da CW, Supernatural e favorito cult Halt and Catch Fire. Foi só em 2017 que o mundo começou a notar o florescimento da carreira do jovem então com 20 anos, após uma série de projetos assassinos que colocaram a atriz no mapa e na mira dos diretores de elenco de toda a cidade. Naquele ano, Newton apareceu em Lady Bird, a queridinha indie de Greta Gerwig; o sucesso da HBO em Big Little Lies, como a filha de Madeline Mackenzie, de Reese Witherspoon; o premiado Three Billboards Outside Ebbing, Missouri; e uma adaptação frequentemente esquecida da BBC de Little Women, de Louisa May Alcott. Desde então, tudo pareceu rápido e merecido: um papel importante em Blockers de 2018, uma repórter júnior que treinava Psyduck em Detetive Pikachu, a filha de Julia Roberts no drama sombrio de vício Ben Is Back e a intrépida líder de um grupo de adolescentes sem liderança na amada The Society da Netflix (a plataforma cancelou os planos para uma segunda temporada planejada no início deste ano devido à pandemia de coronavírus).

Quando a equipe criativa de Freaky ligou no ano passado, Newton disse, parecia que ela havia jogado suas cartas perfeitamente. O papel foi diferente e criativamente desafiador, apresentando a ela a oportunidade de voltar a trabalhar com o escritor de Atividade Paranormal 4, Christopher Landon. Enquanto Millie se sentia como uma manifestação de sua própria personalidade (“Eu sou uma idiota: gosto de suéteres e sou uma avó”, ela brinca), o Açougueiro se sentia confiante, despreocupado e simplesmente muito legal. “Tenho três poodles e Barbies… Não sou nada legal”, diz ela. “Ao fazer este filme, quando eu entrava no set como o açougueiro segurando uma serra elétrica ou uma faca e as pessoas olhavam para mim e ficavam tipo,‘Você parece… Legal’, eu [sentia como se tivesse] enganado todo mundo. Aprendi que você não pode se vender pouco.”

Para Freaky, Newton se baseou em anos de filmes de terror, dissecando tipo a comédia negra de Diablo Cody, Garota Infernal, e aprendendo a imitar os uivos icônicos do grito de Barrymore no carro de sua família: “Eu praticava meu grito e gravava e minha mãe dizia, ‘Isso está machucando meus ouvidos’”, diz ela. Ela imbui sua açougueira com malícia que ordena o silêncio para sustos. E muito parecido com o fantástico, mas no final das contas caloroso Sexta Feira Muito Louca, ao qual o filme presta uma homenagem, Freaky trafega em muito mais do que apenas troca de corpos e cortes. “É sobre acreditar em si mesma”, diz ela. “Millie tem muitas coisas acontecendo para ela, mas não importa porque ela não vê. E é literalmente necessário se tornar isso para acreditar em si mesma.”

Embora Newton esteja pagando suas dívidas há anos, ela ainda é frequentemente encarregada de apoiar os ícones ao seu redor, seja a serviço de Frances McDormand em Três Billboards ou Roberts em Ben Is Back. Mas em Freaky, Newton serve como contraponto de Vaughn, equilibrando o açúcar da lenda da comédia com um monte de sal muito necessário, pegando a noção tradicional de uma rainha do grito e virando-a do avesso como uma garota com um gosto por sangue. “Vince foi realmente útil para definir o tom, porque todos nós sabemos que este filme é maluco”, diz Newton. “As apostas são muito altas. Poderia ter sido tão exagerado com muita facilidade.”

Mas, “no final, você está torcendo pelo Açougueiro”, acrescenta Newton com um sorriso, referindo-se à multidão de valentões do ensino médio, professores sedentos de poder e atletas idiotas que ele mata. “Você quer que o bandido vença porque o bandido continua matando todos os bandidos [reais]. Acho que quebrou todos os clichês, e precisamos disso agora: uma nova versão de uma história que amamos.”

Interpretar dois personagens opostos veio naturalmente para Newton, ela diz, considerando a parceria colaborativa que ela formou com Vaughn quando eles se encontraram durante uma aula de coreografia para a torcida de Blissfield. “Estávamos fazendo‘ Hail, hail, Blissfield High!’”, diz ela, fazendo o movimento com os braços em sua cadeira. “Imediatamente percebi que ele ia conseguir. Fiquei tão animada quando tive cenas com Vince. Esse foi o meu melhor trabalho porque ele é tão espontâneo. Isso simplesmente torna tudo mágico, estar no momento com alguém que é tão engraçado – isso me fez muito melhor.”

“Ela é fantástica, engraçada, talentosa e fácil de se conviver”, diz Vaughn sobre sua parceira de cena. “Ela é dedicada, focada e tem uma atitude fantástica – [e eu aprendi observando-a] que alguém pode aprender uma rotina de dança mais rápido do que você e ainda ser humilde.”

Embora Newton tenha se graduado de membro de grande elenco para atriz principal no ano passado, ela diz que finalmente ganhar o primeiro lugar nas fichas de chamada não mudou sua visão sobre a escolha ou preparação para os papéis. “Durante toda a minha vida, tive muita sorte com os projetos que recebi”, diz ela, citando Witherspoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley como mulheres que ela admirava antes de se tornarem modelos no set. “Eles mudaram minha vida. Ter as as pessoas que você admira acreditando em você e te mostrando isso apenas sendo elas mesmas, eu simplesmente senti que essa era a maneira [certa] de fazer isso [eu mesma].”

Embora Freaky esteja começando em um cenário pós-eleitoral, e embora o terror seja, e sempre foi, um gênero melhor apreciado coletivamente, Newton está decididamente despreocupada que as circunstâncias não sejam… Ideais para lançar um grande orçamento, aspirante a blockbuster. “É um reflexo dos tempos em que estamos e você vai se ver nele”, diz ela. “Você vai ver seus amigos. É engraçado, é louco e é assustadoramente assustador. Você vai se divertir assistindo este filme e acho que todos nós precisamos nos divertir agora.”

Sem um fim para a pandemia em nossa linha de visão imediata, Newton diz que ela felizmente levou os últimos sete ou oito meses para reavaliar os próximos papéis que ela escolherá e as etapas que ela fará para empilhar novos níveis na base que ela vem continuamente construindo nas últimas duas décadas. “O que quer que eu faça a seguir, tenho que amar de verdade”, diz ela. “Você não sabe do que é capaz até tentar. Eu ainda estou descobrindo. Mas talvez eu deva sonhar mais alto.”

Fonte: MTV

Kathryn Newton concedeu uma entrevista ao site The AU Review onde falou sobre seu novo filme “Freaky” e seu amor pelos filmes de terror. Confira traduzido abaixo:

Christopher Landon descreve como “doido” o novo filme de terror de troca de corpos, Freaky está prestes a sair nos cinemas australianos essa semana, e com esse lançamento, Peter Gray conseguiu conversar com a protagonista, Kathryn Newton. Depois que a atriz de Big Little Lies percebeu que fazer filmes de terror não são nada além disso, ela discute o processo colaborativo entre ela e Vince Vaughn e como ela se sentiu quando soube que o diretor pensou nela quando quis escalar uma assassina em série.

Eu pude conversar com Christopher Landon (o diretor) mês passado quando o trailer saiu e perguntei a ele sobre o processo entre você e Vince Vaughn essencialmente interpretando um ao outro. Você pode expandir isso, porque Vince estava realmente se divertindo sendo uma adolescente.
Eu sei! Ele falou dessa entrevista mais cedo e eu esqueci. Nós (Chris e eu) tivemos um dia juntos onde ele me gravou, como Millie, pedindo salada e então comendo, e enviou para o Vince. E eu pensei “Eu vou ter um vídeo do Vince?” Eu não sei o que ele fez com a gravação mas para mim como atriz, foi algo que eu amei. Me fez superar tudo. Não importa pra quem o vídeo foi feito, foi mais como eu podia trazer essa personagem a vida.

Quando foi sobre o Butcher eu não tinha ideia do que fazer, não acreditava que o Chris achava que eu podia ser uma assassina, eu não penso assim. Eu não tenho essa mente, Chris Landon tem, ele tem uma mente doentia – da melhor maneira – mas eu não, então eu pensei que isso ia ser diferente e excitante, e quando conheci Vince foi num ensaio de dança e estávamos passando vergonha. Acho que quando você tem alguém como ele que é um ator tão bom e tão pé no chão para qualquer coisa, muda tudo pra todo mundo. Esse tipo de colaboração não só acontece assim.

Ele veio até mim e perguntou quem eu achava que a Millie era, quem eu achava que era o Butcher… Então criamos esse time entre nós dois.

Você mencionou que você não pensou que podia fazer, e Christopher Landon disse que você foi a pessoa que ele tinha em mente para essa personagem. O que você pensou quando leu o script?
Me faz muito feliz. Eu fui muito sortuda de trabalhar com ele em Atividade Paranormal 4 e com Jason Blum (produtor), e eu queria trabalhar com eles de novo desde então. Eu me diverti muito fazendo aquele filme e eu aprendi tanto sobre filmes de terror. Eu sinto que filmes de terror são tão diferentes de outros filmes de uma maneira que eles contam histórias. Quando eu li o script eu achei que era perfeito pra mim. Eu não sabia se eu ia conseguir mas eu sabia que era uma ótima oportunidade que eu não podia recusar.

Quer dizer, quem pode interpretar um assassino em série e uma adolescente no mesmo dia? Michael Kennedy e Chris Landon arrasaram nesse script. É uma reflexão dos nossos tempos, e não é bobo, quebra todos esses clichês que você vê nos filmes, tipo, a gente destrói a “menina final” mas ainda temos ela e eu amo isso. Eu amo uma rainha do grito. Eu amo essas brincadeiras que são icônicas dos filmes de terror e que ainda temos elas mas reviramos elas para surpreender o público. E vimos filmes como esse antes, você sabe que eu amo “Sexta feira muito louca” e “Garota Veneno”, e esse filme tem essa vibe.

Eu cresci com filmes de terror e especialmente amo os de assassinos, mas notei um padrão com os atores nesses filmes que eles tendem a odiar esse tipo de filme. O que você acha?
Eu definitivamente não os odeio. Acho que eu tinha uns 12 anos quando comecei a assistir, a idade onde seus pais sentam na fileira atrás de você e seus amigos, assistindo ao filme e gritando e segurando mãos. Eu honestamente comecei com a franquia Atividade Paranormal, assistindo com meus amigos nas sessões da meia noite. E então teve “Garota Infernal” onde lembro de ficar muito assustada, e então filmei Atividade Paranormal 4 e fui convidada para a estreia de “A Entidade” e fui sozinha e fiquei tão assustada.

Estava segurando a cadeira e tão desconfortável que acabei saindo e ligando pra minha mãe. Eu não sei se sou muito empática ou só acredito em tudo… Mas eu levo esses filmes comigo. Eles ficam na cabeça se você deixar. Eu sempre me pergunto porque as pessoas gostam de filmes de terror? Mas acho que tem essa coisa maravilhosa onde você sabe onde está se metendo quando assiste um e se deixa levar nessa jornada, e eu amo isso.

Eu não esperava a menção ao “Garota Infernal”. Esse filme é tão subestimado!
Diablo Cody é um gênio!

Deve ser ótimo que Freaky vai estar nos cinemas logo. Aqui na Austrália temos sorte que as coisas estão normalizando e podemos ir ver o filme no dia 12 de novembro e eu quero ver de novo com o cinema lotado porque quero que as pessoas experienciem esse filme.
Obrigada, é ótimo que as coisas normalizaram na Austrália. Passe pra cá!

Fonte: The AU Review

Foi anunciado no último dia 10 que Kathryn Newton e Vince Vaughn farão um painel exclusivo para falar de Freaky na CCXP Worlds, a Comic Con Experience, convenção brasileira de cultura geek que acontece todo ano em SP, que esse ano será online por conta da pandemia do corona vírus.

Confira o anúncio:

Vocês podem comprar algum dos pacotes para assistir ao painel que acontecerá no dia 4 de dezembro, entre eles:

Free Experience: Acesso à plataforma digital CCXP Worlds. Acesso aos conteúdos de todos os palcos, incluindo o Thunder Arena, Artists’ Valley, Creators & Cosplay Universe, Omelete Stage e Game Arena. Valor: Gratuito

Digital Experience: Acesso à plataforma digital CCXP Worlds, com interações e funcionalidades exclusivas. Acesso completo aos conteúdos de todos os palcos, incluindo workshops e masterclasses. Credencial digital da CCXP Worlds. Opção ideal para quem mora fora do Brasil ou não deseja pagar o frete. Valor: R$ 35,00

Home Experience: Os mesmos benefícios da credencial Digital Experience, com adição do Home Kit. Acesso à plataforma digital CCXP Worlds, com interações e funcionalidades exclusivas. Acesso completo aos conteúdos de todos os palcos, incluindo workshops e masterclasses. Home Kit: receba em casa sua credencial física em um kit com cordão, tag de porta, pin e stickers da CCXP Worlds. Valor: R$ 35,00 + Frete

Epic Experience: Acesso à plataforma digital CCXP Worlds com interações e funcionalidades exclusivas. Acesso completo aos conteúdos de todos os palcos, incluindo workshops e masterclasses. Epic Kit: receba em casa sua credencial física e produtos oficiais CCXP Worlds, como pôster oficial, moletom, camiseta, boné, copo, balde de pipoca, pins, stickers, dois cordões e tag de porta. Desconto de 10% em ingressos na pré-venda da CCXP21 (válido para todos os ingressos e modalidades EXCETO para o pacote Full Experience). Valor: R$ 450,00 + Frete

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